Sobre o Evento
Em 2012 o FIDR chega a sua 17ª edição.





(Ser Tão Só...)
Seca, fome trabalho, fé, religião, folguedos, migração, chuva, esses elementos se misturam num espetáculo que interliga o mundo real a ideologia da vida do sertanejo nordestino do Brasil.
A labuta que mora no sertão e suas expectativas por uma vida melhor, permeado pela fé, marca registrada do povo sertanejo, assim como sua alegria diante dos folguedos populares de sua região e a esperança na chuva, baseado nessas e outras concepções, o espetáculo “Ser Tão Só...” visa atrves da dança e do teatro expor um modo de vida tão difícil e cheio de sofrimento ao mesmo tempo em que a felicidade de um povo.
A proposta de encenação coreográfica partiu de um estudo dos cidadãos dançantes do Balé Chegança através das danças populares, como a quadrilha, o maracatu, o frevo, entre outras, alem do estudo de obras pictóricas, como as de Candido Portinari, no processo do espetáculo faremos uso de projeções vídeo gráficas como recursos para ambientar determinadas situações e/ou lugares sendo utilizados posteriormente através de uma linguagem contemporânea.
O espetáculo tem uma trilha sonora que tem um forte poder de ambientar cenas típicas da seca e sofrimento do nordeste, o espetáculo também abre uma reflexão o quanto de nós se perde no coletivo e, paradoxalmente, o quanto dos outros podemos enxerga em nossa vida a parti do impacto da solidão. “Ser Tão Só...” é um espetáculo para ser visto, pensado e sentido.






“A quase morte de Zé Malandro”
O espetáculo é uma adaptação da obra “Contos de enganara a morte” do autor Ricardo Azevedo que tira do imaginário popular inspiração para contara historias como a do nosso herói Zé Malandro. E depois de pessoas de terem feito pacto com a morte tenta enganar para não pagara o que acertou no acordo de dar sua alma à dita cuja.
Utilizando a linguagem popular do teatro de rua, o grupo conta com trajetória de Zé malandro Zé Malandro que nada queria com a vida a não ser vadiar, um dia ganha o direito de fazer quatro pedidos a um viajante que lhe pediu ajuda, mas o viajante era a morte disfarçada.
Daí por diante, a sorte, começa a brilha na vida de nosso herói, mas o tempo passa muito depressa, trazendo a velhice e o di a do juízo final co a morte, só que neste dia Zé malandro cria vários truques que colocam o espectador diante de situações como: se os mais velhos não morressem como seria a vida dos jovens, sem ter lugar para se colocar na sociedade? E se a morte não pudesse matar ninguém como ficaria o mundo?
Com elementos do cavalo marinho, cantigas populares e muita diversão devido à cômica do espetáculo o grupo coloca o espectador diante das coisas atuais. Valendo-se das mais antigas manifestações culturais.



