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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Festival Internacional de Dança do Recife 2012

Categoria: Dança
Onde: Recife, PE
Quando: 19/10/2012 - 27/10/2012

Sobre o Evento

O Festival Internacional de Dança do Recife - FIDR transforma a cidade de Pernambuco na capital da dança, para onde convergem diversas companhias de vários lugares do Brasil e do mundo. O evento abrange diferentes tipos, mas com ênfase em dança moderna e contemporânea. Há também palestras, workshops e muitas outras ações que passeiam por vários temas, sempre relacionados à dança.
Em 2012 o FIDR chega a sua 17ª edição. 

quinta-feira, 12 de abril de 2012

SER TÃO SÓ - TEMPORADA



Local: Escola Pernambucana de Circo
Período: 7 de abril a 13 de maio de 2012. (Sáb 19h e Dom 18h).
R$ 1 (um real). As escola e ONG´s e outras instituições interessadas em agendar a presença de grupos de jovens,
Podem ligar para: 8665-5103 / 8764-8762. Realizado pelo Balé Chegança do Movimento Cultural Fazendo Arte. (MCFA), o retrata a labuta de quem mora no sertão e suas expectativas por uma vida melhor. Elementos como seca, fome trabalho fé religião folguedos migração e chuva se misturam num espetáculo de dança e teatro interligando o mundo real à ideologia da vida do sertanejo nordestino. Concepção e produção Genivaldo Francisco e Rodrigo Batista. Coreografia e Direção de Diorge Santos.

domingo, 8 de abril de 2012


Estréia de Ser Tão Só...
Na Escola Pernambucana de Circo.
Muito estresse, muito suor, muita dança, muita dedicação, muito nervosismo, muito choro, muita emoção mas também a concretização de muito trabalho e claro o reconhecimento dos que estavam presentes. À todos que fizeram e fazem o Ser Tão Só... Ser Tão Junto, o meu muito obrigado!Bjos do coreógrafo muito feliz...hehehehe.

terça-feira, 3 de abril de 2012

SERTÃO SÓ
Seca, fome trabalho, fé, religião, folguedos, migração, chuva, esseselementos se misturam num espetáculo que interliga o mundo real a ideologia da vidado sertanejo nordestino do Brasil.A labuta de quem mora no sertão e suas expectativas por uma vida melhor,permeado pela fé, marca registrada do povo sertanejo, assim como sua alegria diantedos folguedos populares de sua região e a esperança na chuva, baseado nessas eoutras concepções, o espetáculo “Ser Tão Só...” visa através da dança e do teatroexpor um modo de vida tão difícil e cheio de sofrimento ao mesmo tempo em que afelicidade de um povo.A proposta de encenação coreográfica partiu de um estudo dos cidadãosdançantes do Balé Chegança através das danças populares, como a quadrilha, omaracatu, o frevo, entre outras, alem do estudo de obras pictóricas, como as deCandido Portinari, no processo do espetáculo faremos uso de projeções vídeo gráficascomo recursos para ambientar determinadas situações e/ou lugares sendo utilizadosposteriormente através de uma linguagem contemporânea.O espetáculo tem uma trilha sonora que tem um forte poder de ambientar cenastípicas da seca e sofrimento do nordeste, o espetáculo também abre uma reflexão oquanto de nós se perde no coletivo e, paradoxalmente, o quanto dos outros podemosenxerga em nossa vida a parti do impacto da solidão. “Ser Tão Só...” é um espetáculopara ser visto, pensado e sentido.
Vamos lá pessoal, apreciar o fazer artístico dos cidadãos dançantes do Balé Chegança, sob coreografia e direção de Diorge Santos e preparação corporal de Joelma Tavares. Saliento que dia 08 será fechado para uma ONG... então, para o público em geral a partir do dia 14 de abril. Aguardo todos lá na Escola Pernambucana de Circo.
A entrada custará R$ 1,00 (um real) e o espetáculo, cujas apresentações acontecem sábados e domingos, às 18h.Junte a galera e venha assistir!!!

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Festa das crianças com o Movimento Cultural Fazendo Arte











Dentre varias atrações que temos neste dia 12 de outubro podemos dizer que esta foi uma das melhores festinhas que tivemos no Golf Club. publico otimo e bem receptivo contamos com nossa palhaça do "solé" as recreadoras otimas, pipoca, algodão doce, cama elastica entre outros tenha vocês também esta fantastica estrutura em sua festa entre em contato conosco e faça seu orçamento.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011



(Ser Tão Só...)

Seca, fome trabalho, fé, religião, folguedos, migração, chuva, esses elementos se misturam num espetáculo que interliga o mundo real a ideologia da vida do sertanejo nordestino do Brasil.

A labuta que mora no sertão e suas expectativas por uma vida melhor, permeado pela fé, marca registrada do povo sertanejo, assim como sua alegria diante dos folguedos populares de sua região e a esperança na chuva, baseado nessas e outras concepções, o espetáculo “Ser Tão Só...” visa atrves da dança e do teatro expor um modo de vida tão difícil e cheio de sofrimento ao mesmo tempo em que a felicidade de um povo.

A proposta de encenação coreográfica partiu de um estudo dos cidadãos dançantes do Balé Chegança através das danças populares, como a quadrilha, o maracatu, o frevo, entre outras, alem do estudo de obras pictóricas, como as de Candido Portinari, no processo do espetáculo faremos uso de projeções vídeo gráficas como recursos para ambientar determinadas situações e/ou lugares sendo utilizados posteriormente através de uma linguagem contemporânea.

O espetáculo tem uma trilha sonora que tem um forte poder de ambientar cenas típicas da seca e sofrimento do nordeste, o espetáculo também abre uma reflexão o quanto de nós se perde no coletivo e, paradoxalmente, o quanto dos outros podemos enxerga em nossa vida a parti do impacto da solidão. “Ser Tão Só...” é um espetáculo para ser visto, pensado e sentido.


Abaixo vocês podem conferir fotos da 17º JGE







“A quase morte de Zé Malandro”

O espetáculo é uma adaptação da obra “Contos de enganara a morte” do autor Ricardo Azevedo que tira do imaginário popular inspiração para contara historias como a do nosso herói Zé Malandro. E depois de pessoas de terem feito pacto com a morte tenta enganar para não pagara o que acertou no acordo de dar sua alma à dita cuja.

Utilizando a linguagem popular do teatro de rua, o grupo conta com trajetória de Zé malandro Zé Malandro que nada queria com a vida a não ser vadiar, um dia ganha o direito de fazer quatro pedidos a um viajante que lhe pediu ajuda, mas o viajante era a morte disfarçada.

Daí por diante, a sorte, começa a brilha na vida de nosso herói, mas o tempo passa muito depressa, trazendo a velhice e o di a do juízo final co a morte, só que neste dia Zé malandro cria vários truques que colocam o espectador diante de situações como: se os mais velhos não morressem como seria a vida dos jovens, sem ter lugar para se colocar na sociedade? E se a morte não pudesse matar ninguém como ficaria o mundo?

Com elementos do cavalo marinho, cantigas populares e muita diversão devido à cômica do espetáculo o grupo coloca o espectador diante das coisas atuais. Valendo-se das mais antigas manifestações culturais.


Abaixo vocês podem conferir a apresentação que houve no Teatro Santa Isabel: